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Saiba Mais sobre:

PLÁSTICA OCULAR:

A plástica ocular é uma sub-especialidade da oftalmologia que cuida do terço superior da face, ou seja, de todos os elementos que protegem e interferem na funcionalidade dos olhos e da visão. O médico oftalmologista especialista em plástica ocular é o mais capacitado para o tratamento reconstrutivo e estético das pálpebras, supercílios, vias lacrimais e órbita.

Nossos olhos são o centro da nossa expressão facial e escolher um cirurgião para tratar problemas nessa área tão delicada é uma decisão muito importante.

O médico oftalmologista especialista em plástica ocular se dedica exclusivamente à saúde e à beleza dos olhos e da face.

Após 6 anos de dedicação ao curso de medicina, são necessários mais 3 anos de residência médica em oftalmologia e outros 2 anos de especialização em oculoplástica. Por isso, esse profissional é o mais indicado para realizar procedimentos estéticos e reconstrutivos em pálpebras, órbitas e vias lacrimais.

Qualquer tratamento médico está sujeito a complicações e nenhum profissional pode garantir um resultado perfeito, porém escolher um cirurgião qualificado e que também entenda e trate da sua visão é um primeiro passo essencial!

TRATAMENTOS:

Conheça abaixo as condições tratadas pelo especialista em plástica ocular:


O Blefaroespasmo Essencial Benigno é uma condição na qual ocorrem contrações involuntárias dos músculos ao redor dos olhos.

Normalmente afeta os dois lados e pode acarretar uma variedade de problemas, incluindo dificuldade em abrir os olhos ou contração forçada das pálpebras e sobrancelhas.

O quadro pode iniciar com um piscar excessivo, que progride para uma contração muscular mais forte e frequente.

Os espasmos desaparecem durante o sono e podem piorar com a exposição a luzes fortes, fadiga ou estresse emocional.

O tratamento mais comumente utilizado nesses casos é com injeções de toxina botulínica na região próxima aos olhos a fim de reduzir as contrações musculares indesejadas.


Chamamos de dermatocálase o excesso de pele das pálpebras que normalmente acompanha o processo de envelhecimento da pele.

Essa alteração pode causar tanto prejuízos estéticos como, até mesmo, sensação de peso nas pálpebras e obstrução do campo visual.

A blefaroplastia é o procedimento cirúrgico no qual removemos esse excesso de pele, levando ao rejuvenescimento dessa região.

A doença ocular tireoidiana é um distúrbio do sistema imunológico, no qual anticorpos começam a atacar os próprios tecidos do corpo.

Da mesma forma como ocorre na tireoide, na doença ocular, o tecido ao redor do olho é atacado por células inflamatórias.

Independente da gravidade da doença, todos os pacientes devem ser acompanhados de perto por um especialista.

- Retração das pálpebras (aspecto de "olho arregalado");

- Inchaço ao redor dos olhos;

- Protrusão dos olhos para a frente;

- Irritação e vermelhidão;

- Sensação de pressão nos olhos associada à dor de cabeça;

- Dor à movimentação ocular;

- Restrição dos movimentos oculares causando visão dupla;

- Perda progressiva da visão e, possivelmente, cegueira (nos casos graves, nos quais ocorre compressão do nervo óptico).


O ectrópio é uma condição em que a pálpebra se vira para fora, normalmente causada pelo aumento da frouxidão palpebral.

Essa alteração deixa o olho mais exposto e, por isso, irritação nos olhos é uma queixa muito frequente.

Se não for tratado, o quadro pode evoluir com formação de crostas nas pálpebras, secreção mucosa e lacrimejamento excessivo.

O ectrópio pode ser diagnosticado com um exame oftalmológico de rotina e o tratamento é definido de acordo com a gravidade do quadro, variando desde intensificação da lubrificação ocular até a realização de procedimentos cirúrgicos.


O entrópio é uma condição em que a pálpebra superior ou inferior se vira para dentro, levando os cílios a tocarem o olho.

Os principais sintomas são irritação ocular, vermelhidão, secreção ocular e sensibilidade à luz e ao vento.

Essa alteração pode ser diagnosticada em um exame oftalmológico de rotina e, se não tratada, pode levar a dor, lacrimejamento, danos na córnea e diminuição da visão.

O tratamento definitivo normalmente é realizado através de cirurgia.

Alguns tipos de inflamações palpebrais podem ser adequadamente avaliados e tratados pelo oftalmologista especialista em plástica ocular. 

O diagnóstico é feito através do exame clínico e só o médico oftalmologista pode prescrever o tratamento mais adequado para cada caso.

- Hordéolo (ou terçol): é uma infecção localizada causada por contaminação bacteriana das glândulas sebáceas que temos nas pálpebras.

 

Normalmente, uma pequena pústula amarelada se desenvolve na base dos cílios, acompanhada de vermelhidão e inchaço.

 

Em alguns dias, as lesões usualmente se rompem e o material é secretado, aliviando assim os sintomas e levando ao desaparecimento da lesão.

 

- Calázio: é um nódulo avermelhado, inchado e dolorido que pode surgir nas pálpebras.

 

Isso acontece devido à inflamação causada pelo entupimento do canal de secreção de uma glândula sebácea que temos junto dos cílios. Esse bloqueio leva à formação de um cisto ou nódulo.

 

Geralmente o calázio drena através da superfície interior da pálpebra ou é absorvido espontaneamente ao longo de algumas semanas. Caso ele persista apesar do tratamento clínico, pode ser necessária a exérese cirúrgica.

 

- Blefarite: é uma inflamação comum e não contagiosa das pálpebras. Ela é caracterizada por uma produção excessiva de gordura pelas glândulas sebáceas encontradas na margem palpebral, criando uma condição favorável à proliferação de bactérias.

Os principais sintomas são vermelhidão, irritação, lacrimejamento e coceira nas pálpebras, podendo haver depósitos de crostas na base dos cílios. Quadros crônicos podem levar a conjuntivites, ceratites e formação de hordéolos e calázios de repetição.

Lacrimejamento é uma das queixas mais comuns na consulta oftalmológica.

Na maioria dos casos, o lacrimejamento não causa danos significativos aos olhos e o tratamento é direcionado à causa específica.

- Olho seco;

- Inflamação palpebral (blefarite);

- Alergia ocular;

- Obstrução do canal lacrimal;

- Falha na bomba de drenagem formada pelas pálpebras ao piscar (causada por frouxidão ou fraqueza das pálpebras devido à idade, paralisias ou lesões palpebrais).

Problemas que levam à superprodução lacrimal são comumente tratados com colírios e com melhora na higiene das pálpebras.

 

Já os problemas de drenagem das lágrimas podem ser tratados com procedimentos cirúrgicos direcionados para corrigir obstruções no canal lacrimal, quando existirem, ou melhorar a força do piscar.


Algumas condições podem causar paralisia temporária ou permanente do nervo facial. São elas: trauma, cirurgias, AVC, infecções ou paralisia de Bell (paralisia facial idiopática).

Quando isso ocorre, os pacientes podem ter problemas para fechar o olho, levantar a sobrancelha ou controlar as lágrimas naquele lado do rosto.

Embora a função do nervo afetado possa melhorar em alguns pacientes ao longo do tempo, essa função nem sempre retorna completamente ao normal.

Por isso, nesses casos é importante uma avaliação especializada, pois frequentemente são necessários tratamentos clínicos ou, até mesmo, cirúrgicos visando a melhora dos sintomas e a proteção ocular.


Com o passar do tempo nossa pele perde elasticidade e, muitas vezes, é possível observar um prolapso de bolsas de gordura na região periocular.

Através da blefaroplastia, também é possível remover as bolsas de gordura prolapsadas, melhorando muito o aspecto palpebral

Ptose é o termo médico utilizado para descrever a queda da pálpebra superior. Essa condição pode causar prejuízo estético e, até mesmo, bloquear o campo superior da visão, porém pode ser facilmente solucionada com um procedimento de plástica ocular.

Nos adultos, isso pode ocorrer como resultado do próprio envelhecimento, trauma ou doenças musculares e neurológicas. Nas crianças, essa condição normalmente é congênita, secundária ao desenvolvimento inadequado do músculo elevador da pálpebra superior.

- Dificuldade em manter os olhos abertos;

- Dor de cabeça devido ao aumento do esforço muscular necessário para elevar as pálpebras;

- Fadiga ocular, especialmente durante a leitura.

Em casos graves, pode ser necessário inclinar a cabeça para trás ou levantar a pálpebra com o dedo, a fim de enxergar sob a pálpebra caída.

A ptose palpebral, tanto em adultos como em crianças, pode ser corrigida através de cirurgia. Os principais objetivos da cirurgia são a elevação da pálpebra superior para melhorar o campo de visão e estabelecer mais simetria com a pálpebra superior oposta. No caso das crianças, especificamente, uma avaliação com especialista é recomendada o quanto antes para evitar a ambliopia (vista preguiçosa) e outros problemas irreversíveis à visão.

A região periocular é usualmente muito exposta e, por isso, a pele das pálpebras está sujeita ao desenvolvimento de diferentes tipos de tumores, sendo a maioria deles cânceres de pele.

A exposição excessiva ao sol é o fator mais importante associado aos cânceres de pele da face, incluindo as pálpebras.

 

Além disso, pessoas de pele clara desenvolvem câncer de pele com muito mais frequência do que pessoas de pele escura e, por isso, devem ficar mais atentas!

 

Por fim, não podemos esquecer do caráter hereditário dessas doenças.

Tumores palpebrais podem aparecer como nódulos indolores ou como feridas que não cicatrizam.

 

Muitas vezes a pele palpebral pode estar ulcerada, ou pode haver sangramentos e formação de crostas.

 

Os cílios também podem estar distorcidos ou ausentes e a estrutura normal das pálpebras pode estar deformada.

 

Na maioria das vezes, biópsias dessas lesões são necessárias para que se confirme o diagnóstico.

 

A remoção precoce e completa dos cânceres de pele das pálpebras é essencial para reduzir a chance de recorrência e o risco de propagação para outras partes do corpo.

 

Também é necessário um acompanhamento cuidadoso após a cirurgia para avaliar recidivas e aparecimento de novos tumores, para que eles possam ser tratados imediatamente.

  • BLEFAROSPASMO
  • DERMATOCÁLASE
  • DOENÇA OCULAR TIREOIDIANA
    (ORBITOPATIA DE GRAVES)
  • ECTRÓPIO
  • ENTRÓPIO
  • INFLAMAÇÕES PALPEBRAIS
  • LACRIMEJAMENTO
  • PARALISIA FACIAL
  • PROLAPSO DE BOLSAS DE GORDURA
    NAS PÁLPEBRAS SUPERIORES E INFERIORES
  • PTOSE PALPEBRAL
  • TUMORES EM PÁLPEBRAS E REGIÃO PERIOCULAR


O Blefaroespasmo Essencial Benigno é uma condição na qual ocorrem contrações involuntárias dos músculos ao redor dos olhos.

Normalmente afeta os dois lados e pode acarretar uma variedade de problemas, incluindo dificuldade em abrir os olhos ou contração forçada das pálpebras e sobrancelhas.

O quadro pode iniciar com um piscar excessivo, que progride para uma contração muscular mais forte e frequente.

Os espasmos desaparecem durante o sono e podem piorar com a exposição a luzes fortes, fadiga ou estresse emocional.

O tratamento mais comumente utilizado nesses casos é com injeções de toxina botulínica na região próxima aos olhos a fim de reduzir as contrações musculares indesejadas.


Chamamos de dermatocálase o excesso de pele das pálpebras que normalmente acompanha o processo de envelhecimento da pele.

Essa alteração pode causar tanto prejuízos estéticos como, até mesmo, sensação de peso nas pálpebras e obstrução do campo visual.

A blefaroplastia é o procedimento cirúrgico no qual removemos esse excesso de pele, levando ao rejuvenescimento dessa região.

A doença ocular tireoidiana é um distúrbio do sistema imunológico, no qual anticorpos começam a atacar os próprios tecidos do corpo.

Da mesma forma como ocorre na tireoide, na doença ocular, o tecido ao redor do olho é atacado por células inflamatórias.

Independente da gravidade da doença, todos os pacientes devem ser acompanhados de perto por um especialista.

- Retração das pálpebras (aspecto de "olho arregalado");

- Inchaço ao redor dos olhos;

- Protrusão dos olhos para a frente;

- Irritação e vermelhidão;

- Sensação de pressão nos olhos associada à dor de cabeça;

- Dor à movimentação ocular;

- Restrição dos movimentos oculares causando visão dupla;

- Perda progressiva da visão e, possivelmente, cegueira (nos casos graves, nos quais ocorre compressão do nervo óptico).

O ectrópio é uma condição em que a pálpebra se vira para fora, normalmente causada pelo aumento da frouxidão palpebral.

Essa alteração deixa o olho mais exposto e, por isso, irritação nos olhos é uma queixa muito frequente.

Se não for tratado, o quadro pode evoluir com formação de crostas nas pálpebras, secreção mucosa e lacrimejamento excessivo.

O ectrópio pode ser diagnosticado com um exame oftalmológico de rotina e o tratamento é definido de acordo com a gravidade do quadro, variando desde intensificação da lubrificação ocular até a realização de procedimentos cirúrgicos.

O entrópio é uma condição em que a pálpebra superior ou inferior se vira para dentro, levando os cílios a tocarem o olho.

Os principais sintomas são irritação ocular, vermelhidão, secreção ocular e sensibilidade à luz e ao vento.

Essa alteração pode ser diagnosticada em um exame oftalmológico de rotina e, se não tratada, pode levar a dor, lacrimejamento, danos na córnea e diminuição da visão.

O tratamento definitivo normalmente é realizado através de cirurgia.

Alguns tipos de inflamações palpebrais podem ser adequadamente avaliados e tratados pelo oftalmologista especialista em plástica ocular. 

O diagnóstico é feito através do exame clínico e só o médico oftalmologista pode prescrever o tratamento mais adequado para cada caso.

- Hordéolo (ou terçol): é uma infecção localizada causada por contaminação bacteriana das glândulas sebáceas que temos nas pálpebras.

 

Normalmente, uma pequena pústula amarelada se desenvolve na base dos cílios, acompanhada de vermelhidão e inchaço.

 

Em alguns dias, as lesões usualmente se rompem e o material é secretado, aliviando assim os sintomas e levando ao desaparecimento da lesão.

 

- Calázio: é um nódulo avermelhado, inchado e dolorido que pode surgir nas pálpebras.

 

Isso acontece devido à inflamação causada pelo entupimento do canal de secreção de uma glândula sebácea que temos junto dos cílios. Esse bloqueio leva à formação de um cisto ou nódulo.

 

Geralmente o calázio drena através da superfície interior da pálpebra ou é absorvido espontaneamente ao longo de algumas semanas. Caso ele persista apesar do tratamento clínico, pode ser necessária a exérese cirúrgica.

 

- Blefarite: é uma inflamação comum e não contagiosa das pálpebras. Ela é caracterizada por uma produção excessiva de gordura pelas glândulas sebáceas encontradas na margem palpebral, criando uma condição favorável à proliferação de bactérias.

Os principais sintomas são vermelhidão, irritação, lacrimejamento e coceira nas pálpebras, podendo haver depósitos de crostas na base dos cílios. Quadros crônicos podem levar a conjuntivites, ceratites e formação de hordéolos e calázios de repetição.

Lacrimejamento é uma das queixas mais comuns na consulta oftalmológica.

Na maioria dos casos, o lacrimejamento não causa danos significativos aos olhos e o tratamento é direcionado à causa específica.

- Olho seco;

- Inflamação palpebral (blefarite);

- Alergia ocular;

- Obstrução do canal lacrimal;

- Falha na bomba de drenagem formada pelas pálpebras ao piscar (causada por frouxidão ou fraqueza das pálpebras devido à idade, paralisias ou lesões palpebrais).

Problemas que levam à superprodução lacrimal são comumente tratados com colírios e com melhora na higiene das pálpebras.

 

Já os problemas de drenagem das lágrimas podem ser tratados com procedimentos cirúrgicos direcionados para corrigir obstruções no canal lacrimal, quando existirem, ou melhorar a força do piscar.

Algumas condições podem causar paralisia temporária ou permanente do nervo facial. São elas: trauma, cirurgias, AVC, infecções ou paralisia de Bell (paralisia facial idiopática).

Quando isso ocorre, os pacientes podem ter problemas para fechar o olho, levantar a sobrancelha ou controlar as lágrimas naquele lado do rosto.

Embora a função do nervo afetado possa melhorar em alguns pacientes ao longo do tempo, essa função nem sempre retorna completamente ao normal.

Por isso, nesses casos é importante uma avaliação especializada, pois frequentemente são necessários tratamentos clínicos ou, até mesmo, cirúrgicos visando a melhora dos sintomas e a proteção ocular.

Com o passar do tempo nossa pele perde elasticidade e, muitas vezes, é possível observar um prolapso de bolsas de gordura na região periocular.

Através da blefaroplastia, também é possível remover as bolsas de gordura prolapsadas, melhorando muito o aspecto palpebral

Ptose é o termo médico utilizado para descrever a queda da pálpebra superior. Essa condição pode causar prejuízo estético e, até mesmo, bloquear o campo superior da visão, porém pode ser facilmente solucionada com um procedimento de plástica ocular.

Nos adultos, isso pode ocorrer como resultado do próprio envelhecimento, trauma ou doenças musculares e neurológicas. Nas crianças, essa condição normalmente é congênita, secundária ao desenvolvimento inadequado do músculo elevador da pálpebra superior.

- Dificuldade em manter os olhos abertos;

- Dor de cabeça devido ao aumento do esforço muscular necessário para elevar as pálpebras;

- Fadiga ocular, especialmente durante a leitura.

Em casos graves, pode ser necessário inclinar a cabeça para trás ou levantar a pálpebra com o dedo, a fim de enxergar sob a pálpebra caída.

A ptose palpebral, tanto em adultos como em crianças, pode ser corrigida através de cirurgia. Os principais objetivos da cirurgia são a elevação da pálpebra superior para melhorar o campo de visão e estabelecer mais simetria com a pálpebra superior oposta. No caso das crianças, especificamente, uma avaliação com especialista é recomendada o quanto antes para evitar a ambliopia (vista preguiçosa) e outros problemas irreversíveis à visão.

A região periocular é usualmente muito exposta e, por isso, a pele das pálpebras está sujeita ao desenvolvimento de diferentes tipos de tumores, sendo a maioria deles cânceres de pele.

A exposição excessiva ao sol é o fator mais importante associado aos cânceres de pele da face, incluindo as pálpebras.

 

Além disso, pessoas de pele clara desenvolvem câncer de pele com muito mais frequência do que pessoas de pele escura e, por isso, devem ficar mais atentas!

 

Por fim, não podemos esquecer do caráter hereditário dessas doenças.

Tumores palpebrais podem aparecer como nódulos indolores ou como feridas que não cicatrizam.

 

Muitas vezes a pele palpebral pode estar ulcerada, ou pode haver sangramentos e formação de crostas.

 

Os cílios também podem estar distorcidos ou ausentes e a estrutura normal das pálpebras pode estar deformada.

 

Na maioria das vezes, biópsias dessas lesões são necessárias para que se confirme o diagnóstico.

 

A remoção precoce e completa dos cânceres de pele das pálpebras é essencial para reduzir a chance de recorrência e o risco de propagação para outras partes do corpo.

 

Também é necessário um acompanhamento cuidadoso após a cirurgia para avaliar recidivas e aparecimento de novos tumores, para que eles possam ser tratados imediatamente.

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